segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Querem controlar as nossas mentes, será que podem?

Somos sugestionados e controlados a vida inteira. Somos bombardeados a todo momento por especialistas nestes assuntos.Fazemos coisas porque dizem que precisamos, porque é bonito,porque é verdade e porque é assim e etc.Entramos em depressão quando não alcançamos as expectativas dos outros. O pior é que fazemos tudo isso normalmente, porque passamos a acreditar que tudo isso é realmente verdade e necessário. Penso que felizes são aqueles que passam a buscar as suas verdades e conseguem se libertarem dessa escravidão.Talvez isso seja mais difícil do que manipularmos nós mesmos alguma coisa com as nossas mentes.Há muitas décadas temos os detectores de mentira. Tentam vasculhar as nossas mentes.Acho que só faltava algo mais moderno,mais prático que pudesse as ler. Não vai demorar muito mais.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010




Os bosques são belos, sombrios, fundos,

mas há muitas milhas a andar e muitas

promessas a guardar antes de se poder dormir,

sim, antes de se poder dormir.

Robert Frost

O fim do mundo


De vez em quando parece que o mundo resolve fazer uma faxina.Ai... O mundo vai acabar! Sinceramente acho que o mundo não vai acabar,mais fazer uma limpeza sobre essa sujeira que permanece sobre a face da terra,de vez em quando ele resolve fazer.Isso não é nenhuma novidade. Porque estranhar?

Pesadelo ou realidade?


Passando por uma região sombria,no final de uma avenida de terra,havia alguns pequenos prédios em péssimas condições.Eles estavam dispostos como se fossem acompanhar a volta de uma praça que não existia.Me recostei em um prédio meio avermelhado,junto a tantas outras pessoas,tentando fugir do ataque daquela turba enlouquecida,quando alguém gritou num ar de desespero:-Corre,corre! São os anjos!Eu fiquei surpreso.Não deveriam serem eles a nossa salvação? Eu olhei pra cima e vi muito alto,algumas sombras negras que pareciam mais os nossos condors.Uma jovem me perguntou:-Você não vem com nosco?Eu respondi:-Prefiro me defender sozinho!E comecei a orar pedindo ajuda aqueles anjos,quando um vazio muito grande se apossou de mim,então percebi que realmente havia algo errado.Um outro jovem,antes de bater em disparada,me disse com um ar meio que de desprezo:-Isso aqui não é a terra!Se a terra é um inferno,esse aqui é o inferno do inferno.Aqui ninguém sobrevive sozinho.Resolvi correr, mesmo mantendo uma certa distancia, atraz daquelas pessoas que haviam corrido daqueles anjos em direção a avenida,e assim eu pude ver,quando alguns homens com uniformes vermelhos começaram a espancar os que iam mais a frente.Um senhor que envinha mais atraz,assim como eu,começou a retirar de um buraco no canto da rua,uma porção de pedaços de pau de todos os tamanhos, cortados previamente de galhos de árvores, e os distribuiu para aqueles que estavam ali ao redor.Eu fui um que peguei um menor.Ele ainda olhou rapidamente para mim e perguntou:-Você vai ficar com isso?E eu respondi: -Eu só quero me defender,não quero espancar ninguém.Como a confusão aumentava em nossa direção,começamos a recuar.O dia começava a clarear e eu pude perceber que aquele homem,já de aparência mais envelhecida e que a pouco distribuía os porretes,havia achado uma passagem entre a cerca de arame farpado,que dava para passar para o pé de um morro ao lado, fora da estrada,e ele já havia jogado o seu pedaço de pau para o outro lado e estava tentando atravessar.Eu na mesma hora tentei o seguir fazendo a mesma coisa.Ainda meio que agarrado ao arame tive tempo de perguntar:-Esse inferno não acaba nunca?É assim dia e noite? Ninguém se vale por nós? E ele respondeu:-Está perto de parar.As cinco horas isto acaba, faltam poucos minutos.Ele atravessou e correu pra cima do morro e logo que atravessei fiz o mesmo.Quando olhei pra traz muitos estavam tentando a mesma coisa.Fiquei com medo de me alcançarem,mais quando não tinha mais pra onde fugir,sentei atraz de um arbusto e percebi que as pessoas começaram a se acalmar e a se sentarem também.Seria a misericórdia divina? Eu não tinha mais pra onde correr...Acordei...Eram cinco horas da manhã. Meu Deus... Foi tudo tão real...

sábado, 14 de agosto de 2010

Vida Eterna!


Há um longo e longo tempo eu tive um professor que dizia não acreditar em Deus, então eu lhe perguntei se ele acreditava mesmo, que a vida dele iria terminar por aqui.Ele me respondeu: Não...! Eu vou viver enquanto se lembrarem de mim...Eu vou viver enquanto as minhas gerações viverem. Eu não gosto é de pensar que sou imortal.Que tédio!

Durante a vida muitos de nós poderemos manifestarmos algum tipo de psicose.Veja o que é psicose e o que pode desencadea-la!



Psicose é um quadro psicopatológico clássico, reconhecido pela psiquiatria, pela psicologia clínica e pela psicanálise como um estado psíquico no qual se verifica certa "perda de contato com a realidade". Nos períodos de crises mais intensas podem ocorrer (variando de caso a caso) alucinações ou delírios, desorganização psíquica que inclua pensamento desorganizado e/ou paranóide, acentuada inquietude psicomotora, sensações de angústia intensa e opressão, e insônia severa. Tal é frequentemente acompanhado por uma falta de "crítica" ou de "insight" que se traduz numa incapacidade de reconhecer o carácter estranho ou bizarro do comportamento. Desta forma surgem também, nos momentos de crise, dificuldades de interacção social e em cumprir normalmente as actividades de vida diária.
Uma grande variedade de estressores do sistema nervoso, tanto orgânicos como funcionais, podem causar uma reação de sintomatologia, semelhante, porém não igual, a estrutura psicótica. Muitos indivíduos têm experiências fora do comum ou mesmo relacionadas com uma distorção da realidade em alguma altura da sua vida sem necessariamente sofrerem grandes consequências para a sua vida. Como tal, alguns autores afirmam que não se pode separar a psicose da consciência normal, mas deve-se encará-la como fazendo parte de um continuum de consciência.
Para o psicodiagnósitco são feitas observações clínicas que incluem a anamnese, a história de vida do sujeito, seu quadro psicológico e de doenças.
A psicose pode ser causada por predisposição genética, fatores exógenos orgânicos mas desencadeados por fatores ambientais, psicossociais, com acentuadas falhas no desempenho de papéis, na comunicação, no autocontrole, no comportamento da afetividade, na percepção sensorial, na memória, no raciocínio, no pensamento e linguagem. Há perda do senso da realidade e da capacidade de testá-la e, em casos extremos, do autoconhecimento, deixando o paciente de cuidar-se no aspectos mais triviais, como a alimentação e a higiene pessoal.[1]
Na psicanálise, a psicose causou dificuldades teóricas para Freud, mas não para Lacan. Se o primeiro demonstrou-se hesitante em enquadrá-la teoricamente, concentrando-se na neurose, Lacan, tomando-a constantemente em suas conferências, associou-a à forclusão do nome-do-pai.[2]
As definições de psicose em geral descrevem as classes de eventos que configuram sua natureza ou essência, apontam-lhe as causas e variações. Assim, haverá importantes distinções quanto ao conceito; caso venha a ser formulado no campo das Ciências da Saúde terão diferentes conotações das formuladas no campo Religioso, Poético dou das Ciências Humanas. Michel Foucault em seu texto A história da Loucura aponta que a loucura (posteriormente chamada de psicose) poderia ser entendida como uma aberração da conduta em relação aos padrões ou valores dominantes numa certa sociedade; neste sentido, entender a psicose é também buscar entender quais os padrões dominantes e quais as reações do grupo social à tais condutas estranhas e aos seus agentes.

Wikipédia